Galactica: Astronave de Combate (1978) e Galactica 1980


Numa galáxia distante, o povo das Doze Colónias vive em segurança, depois de terminada a sangrenta luta contra os Cylons, robôs assassinos criados por uma raça extraterrestre inimiga que há muito desapareceu. Mas a calma relativa em que vivem será ferozmente destruída quando, num ataque surpresa com o conluio do Conde Baltar (John Colicos), os Cylons voltam à atividade e destroem as colónias. Protegidos pela última nave de combate, a poderosa Galactica, chefiada pelo Comandante Adama (Lorne Green), os sobreviventes da humanidade vão agora percorrer o espaço à procura de uma nova casa, no lendário planeta Terra.

Longe dos tempos das adaptações, sequências, spin-offs e recriações, na época em que Guerra das Estrelas dominava o cinema e o capitão Kirk pegava todas as gatas do quadrante em suas viagens, as batalhas espaciais chegavam à TV pela mão de Glen Larson. Misturando ficção científica com histórias de acção e aventura, e acrescentando uma pitada de referências religiosas e da fé Mórmon, nascia Battlestar Galactica, uma série que logo foi cancelada, mas que seria cultuada. Alegre, brilhante, divertida, a versão original da Battlestar Galactica é claramente um produto da sua época: na música, nos cabelos, nos uniformes com suas capas à super-herói, nos efeitos especiais que hoje parecem brincadeiras de criança e nas histórias moralistas, onde os heróis como o Apollo (Richard Hatch) são quase perfeitos, os mulherengos aventureiros como Starbuck (Dick Benedict) e Boomer (Herbert Jefferson Jr.) são sempre recompensados, e as histórias têm sempre um final feliz, reconhecemos a sociedade dos anos 70 dos Estados Unidos.

Fonte: http://tvfiles.wordpress.com/2008/06/12/battlestar-galactica-1978

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